terça-feira, 5 de abril de 2011
Novo! Comunidade no Orkut.
Aviso
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Anúncio
sábado, 2 de abril de 2011
Demônios Também Choram

sexta-feira, 1 de abril de 2011
Inferno de Dante

Capítulo 1
A Morte
Desculpe, caro leitor, pelo motivo da morte do nosso protagonista ser algo tão banal, porém, garanto que sua aventura será emocionante ao ponto de esquecer sua trágica morte.
Numa manhã de domingo, Dante, um homem alto de, aproximadamente, 1m e 79cm, com cabelos castanhos escuros e olhos pretos, acorda com uma ligação de sua namorada - esta por sua vez, era esbelta como Afrodite. Possuía lindos cabelos loiros cacheados, recheados de um belo par de olhos azuis, misturados com uma pele branca e delicada - perguntando-lhe como havia dormido e desejando-lhe um excelente dia. Ele acorda, desliga o despertador e levanta, toma um banho, se apronta com uma jaqueta do Botafogo, calça jeans e um par de All-Star vermelho, come uma maçã e se prepara para sair. Pega as chaves de sua Nissan Frontier, preta, e dirige-se à uma joalheria para comprar um anel de noivado para Caroline, sua namorada. Saindo de lá, é abordado por um homem de máscara, cujo banho não se via há dias, alto, negro, com um vocabulário que não se dava para entender - Não se sabe se era pelo motivo de ter dentes tortos, ou pelo fato de estar bêbado. Mas como se não bastasse, tenho a impressão de que a explicação para tais fatos era a que vestia uma camisa do Flamengo. Dante reage e, por conseqüência, o tal bêbado, o chamarei assim, saca uma faca, que por sua vez, estava mal-afiada e enfia em Dante, este não resiste, então, acaba morrendo.
Eu disse que sua morte era banal, mas relaxe, pois o melhor de sua aventura ainda está por vir.
Quando deu por si, Dante se encontrava num lugar harmonioso, branco e pacífico, um lugar que não se dava para ver o fundo, sabe? Igual quando olhamos em direção à uma montanha, e só vemos um verde-piscina. Pois é, só que no caso, não era um verde-piscina, era um branco, apenas branco. Uma cor que demonstraria um certo vazio, geralmente usada, em filmes, para representar o ...
- Céu ! Não acredito que morri com apenas uma facada na costela. Mas e agora, como será que irei voltar para minha querida Caroline ?
Dante esperou cerca de alguns minutos, o que foi suficiente para se familiarizar com o lugar. Até que um homem loiro, forte e alto, de olhos verde escuros e uma tatuagem que iria do peito esquerdo até o pulso, do mesmo braço veio em sua direção e disse:
-Dante! Que prazer em vê-lo aqui. Até mesmo eu, um mensageiro divino, não esperaria sua passagem por aqui, tão cedo.
Então Dante responde :
- Prazer? Só se for para você, porque eu tive meu carro roubado junto com o anel de noivado, então não me amole, pois meu dia começou ruim.
- Ah, desculpe, esqueci de me apresentar. Meu nome é Pedro, mas não vim aqui para conversar, e sim te dar uma missão. E não adianta recusar, pois é uma missão de lá de cima.
- Prazer. Suponhamos que eu aceite, que missão seria?
- Simples, apenas 3 etapas :
1 – Pegue o Trem da Morte e atravesse monstruosa “ Highway to Hell “. Eu falei isso porque sou um grande fã do AC/DC, por favor, não me leve a mal.
2 – Entre no Inferno.
3 – Mate os demônios necessários e julgue, pelo menos, duas almas.
E aí, o que me diz?
- Há, vai sonhando, o que eu ganharia com isso?
- Nada mais e nada menos do que uma nova vida e o direito de voltar para Caroline.
- Ahn? Caroline? – Dante pareceu confuso – Certo, eu aceito.
- Que bom, providenciarei sua passagem para o Trem da Morte.
Dante permaneceu no mesmo lugar até Pedro voltar com a sua passagem.
- Aqui está, boa sorte.
- Não preciso, sorte é para os fracos.
- Ah, Dante! Quase me esqueci. Leve esta foice com você, será bem útil.
- Ok, valeu.
Capítulo 2
A Viagem que duraria 5 horas
Através de uma saída pelo Céu, Dante se dirige à Estação do Terror, que já pelo nome, daria pra perceber como seria o lugar. Um corredor enorme, que talvez fosse grande demais para uma estação normal, decorada com milhares de caveiras com asas, algo surreal, e nas plataformas havia uma mensagem, escrita com sangue, que até hoje não sei o que significa: “ A7x “ . Então, Dante espera a chegada do trem, cujo comprimento equivale a 7 vagões, sendo que cada um possuía uma mensagem, que estaria mais para um nome, escrito numa placa de metal. São eles, em ordem : “ Nightmare ”, “ Afterlife “, “ Beast and the Harlot “, “ Lost “, “ Scream “, “Gunslinger “ e “ So Far Away “. Mas, caro leitor, quem iria dar um nome para cada vagão de um trem ? Desculpe a franqueza, mas nem a Supervia faz isso. Porém isso não abala nosso protagonista, que em seguida, pega o Trem da Morte e senta num banco de estofado de madeira qualquer. De acordo com os cálculos de Dante, a viagem duraria cerca de 5 horas.
Uma hora se passou, até que o capitão do trem, um homem com uma aparência de senhor de idade, usando um chapéu branco, que lembra um marinheiro. Usando um cachimbo marrom e uma perna de pau, senta no banco em frente ao de Dante e eles começam a conversar:
- Olá, caro amigo, eu sou o Capitão Falange.
E o capitão estende sua mão.
- Eu percebi, você é um tagarela. Meu nome é Dante.
Então, Dante estende sua mão também.
- Por que diz isto? Mal nos conhecemos.
- Falange, se você fosse um homem normal e se fosse quieto na sua, não viria falar comigo.
- Tudo bem, você me pegou, só queria vir aqui para conversar sobre as coisas, sobre o que aconteceu com você para poder parar aqui, como você já pôde perceber, eu sou sim, um tagarela. Mas vim aqui, principalmente para tentar ser seu amigo, mas acho que não funcionou, certo?
- É, correto, não funcionou. – Me digam. Pra quê ?! Pra quê Dante foi tão grosseiro assim? Haha, se liga nas conseqüências. -
- Então morra!!! – Grita Falange -
Capitão Falange pula bem alto e retira seu disfarce de capitão, mostrando uma aparência totalmente diferente. Só que esta seria um homem ou demônio, melhor dizendo, com uma face horrenda, que lembrava o Smigol, para quem não se lembra, aquele bicho feio, com 3 fios de cabelo e um sorriso maravilhosamente admirável, do Senhor dos Anéis. Então Falange se mostra :
- Sou o Demônio da Inimizade, prepare-se para morrer!
Nesse tempo, envolvendo todo esse teatro do Demônio da Inimizade, finalmente, há a hora da luta, então este se arremessa para cima de Dante, jogando sua foice para bem longe, e quando ele iria roubá-la de Dante...Há! Dante o segura pela perna e com força e brutalidade, o atira na parede do trem, quebrando todas janelas possíveis. Com uma certa pressa, Dante puxa sua foice do chão e joga em direção ao Demônio da Inimizade, que já se encontrara de pé. A foice atinge em cheio, sua cabeça, e o deixa agarrado à parede por ela.
Bem, depois disso tudo, Dante percebeu que estava sozinho no trem e ainda restavam 3 horas para o desembarque, portanto, entra numa cabine com um nome estranho na placa do lado de fora, “Illuminatis “. Se deita e dorme, pois sabia que devia estar completamente restaurado para o que estava por vir.
Capítulo 3
Bem vindo ao Inferno, Dante !
Finalmente ele acorda e por conseqüência é justamente na hora do desembarque. Dante levanta, pega sua foice e diz adeus ao maravilhoso trem. A aventura foi divertida, mas ele teria de partir. O ambiente era completamente diferente do que havia visto no Céu. Esse era absurdamente quente, com um céu vermelho e com nuvens pretas, com gritos de desespero por todos os lados. E em vez de montanhas verde-piscina, não haviam montanhas, era apenas um fundo meio vinho e meio preto. Para poder se familiarizar com o ambiente, era necessário que Dante saísse, andasse um pouco, e quem sabe, atingiria seu objetivo em um tempo curto. Não demorou muito, até que o protagonista encontrasse certas pequenas ameaças pelo caminho.
Dito e feito, logo para Dante, apareceria uma criatura não tão horrenda, seria importante ressaltar que a criatura era bem elegante e de boa postura. Aposto que vosso querido leitor não acreditaria se dissesse que este demônio, lembrava Bruno Mars. Com seu terno azul escuro, e seu com sua mão segurando o chapéu, dando assim uma pinta de galã à criatura. Pelas roupas, daria a entender que era um homem todo romântico e que, aparentemente, curtiria alguns poemas e rimas.
- Olá, sou o Demônio da Rima e irei dizer algumas palavras, antes de você morrer.
Seja bem-vindo viajante, cujo nome é Dante. Saiba que eu irei vencer, e no Inferno você vai apodrecer. Eu e meus amigos, nunca cairemos, e é a sua morte o que mais queremos!!!
Então o Demônio da Rima lançou-se, desesperadamente, em direção a Dante, efetuando inúmeros golpes, porém, não acertando nenhum. Num certo movimento do demônio, Dante segura seu braço, e o golpeia no estômago, se é que ele tinha um, com o outro braço, o que faz o demônio cuspir sangue e sentir uma dor “infernal”, entendeu ? Pois é, continuando com a história, percebemos que foi uma luta muito fácil para Dante, que logo em seguida deste soco no estômago, dá uma banda no poeta e diz :
- É melhor parar, por que não vai querer continuar.
Dito isto, o demônio diz a Dante :
- Olhe para o meu terno, agora vá pro Inferno!
Eu acho que ele não percebeu a certa ironia nesta frase, ou apenas disse isso para poder rimar e morrer tranqüilamente nas mãos do nosso protagonista. O pobre Demônio da Rima faleceu com apenas dois socos bem violentos no gogó. Se tivesse sobrevivido, não seria um demônio, e sim um anjo.
Dante apóia a foice no ombro direito e diz aos outros demônios:
- Não venham atrás de mim, pois se vierem, terão o mesmo fim. Não sou homem de palavras, mas gosto de matar os demônios e jogá-los nas valas.
Então, as ameaças restantes bateram em debandada.
Ao andar mais um pouco em direção ao seu objetivo, Dante finalmente encontra uma alma pedindo para ser julgada. Seu nome é Francesca Del
Dante encontra um rio, próximo de onde Francesca estava, mas ele não vê apenas um rio, e sim, uma chance para se refrescar e beber um pouco d’água, além de descansar seus pés cansados. Mas, como o ser humano não tem tempo para descanso, Dante ouve uma voz dizendo, louca e repetidamente :
- Vou te matar, Dante! Vou te matar, Dante! Vou te matar, Dante!
Então, de dentro do rio sai um demônio baixo, de chapéu e corcunda, usando uma luva com garras. Para ser sincero, não estou testando seus conhecimentos, caro leitor, porém, não sei se já jogou The King of Fighters, onde há um lutador idêntico a esse demônio. Quando se apresenta :
- Sou o Demônio da Loucura e vim te matar !
Dante, rapidamente, se vira e, de fato, cansado de ouvir aquelas ameaças, ergue sua foice e o ataca verticalmente, todavia, com a velocidade do demônio, ele consegue escapar facilmente. Em seguida, o próprio demônio dá uma investida giratória, um golpe idêntico ao Gatsuka do Kiba. Teria sido fatal, se Dante não tivesse se defendido com sua foice. Saíram faíscas do ataque em contato com a arma de Dante. Ao término deste ataque, Dante contra-ataca com apenas um soco. Meu Deus, foi desastroso. Eu, particularmente, não agüentaria. Mas um demônio não é tão fraco quanto um ser humano, que permanece em pé e ataca com uma série de golpes com suas garras afiadas. Dante foi rápido ao infinito e umas duas vezes mais, que com um milagre, conseguiu defender todos os golpes do inimigo, e quando houve uma brecha, parte seu corpo em dois, verticalmente. Para gabar-se de sua vitória, Dante diz :
- Ninguém, pode com minha...
No momento em que iria dizer “ foice “, olha para ela, e então nota uma mensagem “ Anklusmos “ que significa “ Contra-corrente”
- Ninguém pode com minha Contra-corrente. Então, morre diabo!
Com esse, elimina 3 demônios e purifica uma alma, mas ainda faltava muita coisa pela frente.
Caro leitor, até eu, o próprio autor desta história, estou com pena do protagonista. Esse homem não tem nenhum tempo para descansar! Mas creio que possa explicar o motivo para tal fato. Se eu escrever a cada luta que Dante descansara, não haverá tempo para a apresentação das outras redações. Então, continuemos com nossa querida e emocionante história.
Não muito longe dali e sem nenhum tempo pra descansar, Dante se encontra com mais um demônio, que diz :
- Nossa, se chegou até aqui é porque merece algum respeito, mas saiba que não sou fraco que nem os outros.
Então Dante retruca :
- Veremos se é bom o bastante pra me derrubar...
- HaHa, eu sou o Demônio Centauro e te matarei Dante!
- Pois venha, Centauro.
O demônio parte com velocidade para cima de Dante que pula e ataca sua parte superior com a foice, porém, é inútil, porque a parte humana é feita de metal. O centauro dá outra investida, permitindo que Dante contra-ataque. Felizmente, é isso o que ele faz. Dá uma rasteira e aproveita para cortar as quatro patas do Demônio Centauro, que cai gritando, desesperadamente.
- Ganhei, bode – Diz Dante –
Então o corta em pedaços e joga sua parte metálica no rio. O centauro afunda eternamente e, em minutos, falece.
Capítulo 4
A Última Alma Julgada
Depois de uma longa aventura, nada mais justo do que nosso herói poder descansar um pouco, então arranja uma pedra e senta durante 2 horas, até que :
- Companheiro ! Por favor me ajude.
Um homem de terno, rastejante, e implorando por ajuda, não é algo normal, certo? Ainda mais neste lugar. Porém, ele não pareceu uma má pessoa para Dante, que mais tarde o julgaria por um de seus pecados. Era branco, com barba e bigode, contendo uma voz, relativamente grossa, estava bem vestido, de terno, porém, rasgado e com uma faixa listrada de cores verde e amarelo, apoiada no ombro. Era a segunda alma pedindo para ser julgada.
- Quem é você ? - Pergunta Dante –
- Meu nome é Luiz.
- E qual o seu pecado?
- Bem, não sei, tem uma carta de descrição no bolso do meu paletó, mas eu nunca tive coragem de ler. Será que o companheiro poderia?
- Tudo bem, mas só porque é o meu trabalho.
Veremos... Aqui diz que de todos os seus pecados, eu tenho, apenas, que te julgar por um.
- E qual é esse? - Pergunta Luiz -
- Elaborar a nova ordem...ortográfica.
- Mas isso é...
Não deu tempo do presidente terminar de falar, quando Dante, sem total piedade, o perfurava com sua foice.
É muita crueldade, realmente, num país onde já se possui uma cultura formada, há 511 anos, um sujeito de terno e barba branca chegar ao poder e reformar toda uma cultura literária. Não sei nem como os professores atuais se deixaram levar por tal fato.
Mas o pior, ele não sabia que viria. Me refiro a Dante.
O último demônio aparece para Dante, não totalmente, apenas dá pra sentir sua energia de muito longe. Para ser sincero, perto dali haveria uma montanha, que mais cedo ou mais tarde, Dante teria de escalá-la. Sem pressa nenhuma para dar fim ao último demônio, Dante se joga no rio – que por sua vez, tinha águas geladas. Caro leitor, só nessa história mesmo para haver águas geladas e um ambiente refrescante, no Inferno - para se refrescar e sentir um pouco de água gelada no corpo. Mas nadar no Inferno não deve ser nada saudável, para um ser humano. A parte boa disso tudo, é que depois dessa aventura emocionante, dá para se perceber que Dante, não é um ser humano comum, então acho que ele pode nadar nas águas geladas do Inferno. Saindo de lá, disposto a escalar a montanha, Dante chega com facilidade ao topo, graças à sua foice especial.
Finalmente chega o encontro final.
Capítulo 5
A Despedida de um Grande Amor
Num clima simples, calmo e apaixonante, o último demônio se declara, dizendo :
- Olá Dante, sou o Demônio do Amor. Bem vindo à minha arena, onde será o seu túmulo.
- Ah! Essa voz ! Não pode ser ! - Dante se espanta -
- Sim, meu amor, sou eu, Caroline.
Depois que soube de sua partida, e que havia me abandonado, resolvi preparar meu banho, entrar na minha banheira e, sem mais, nem menos, cortar meus pulsos. O que fez com que eu estivesse aqui, agora. E quero que saiba, que irei te matar.
- Me matar, mas por quê ?
- Para eu poder voltar a viver a minha vida, novamente.
- Pensei que você me amasse. – Diz Dante –
- Mas eu amo. Não tanto quanto a mim mesma, porém, te amo.
- Não precisa se dar ao trabalho de me matar, deixe-me fazer isso. – Diz Dante –
- Sim, se preferir.
Então Dante ergue sua foice e acaba atacando Caroline. Se acha que foi suficiente para derrubar o último demônio, está completamente enganado. Numa habilidade única, Caroline se defende, com uma barreira de pétalas de rosas cortantes, o que cega algumas partes da foice de Dante. Ele, por sua vez, não descansa e ataca múltiplas vezes o lindo corpo de Caroline, portanto, nenhum surgiu efeito.
Então Caroline diz :
- Dante, você não me ama ? Jamais pensei que fosse capaz de tentar ferir o corpo de sua amada, ou ao menos pensar em atacar-me.
E Dante retruca :
- Maldita! No momento em que resolveu me matar, senti um ódio tão grande que a única coisa em que pensei foi em decapitar esse seu lindo rostinho de bebê.
- Haha, como se isso fosse possível, meu amor. – Finaliza Caroline –
Dante, prepare-se para morrer, serei rápida e certeira.
- Tente, loirinha. – Responde Dante –
Caroline invoca seu chicote de espinhos e com ele, envolve a foice de Dante que a arremessa para o abismo abaixo. Ainda com sua defesa de pétalas, vai se aproximando, lentamente, de Dante para dar-lhe o beijo derradeiro. Dado o beijo, Dante diz :
- Parece até Judas. Traidor com um beijo.
Então Caroline perfura Dante com uma “ chuva de pétalas cortantes “ e perfura seu coração com seu chicote de espinhos, matando-o, porém, deixando um aroma de rosas no ar do Inferno.
Caroline se vira, e joga uma flor.
Já, Dante, caído, resmunga por ter se apaixonado por uma mulher tão bonita e ao mesmo tempo tão vingativa, que foi capaz de destruir o próprio amor, para poder ter uma chance de viver novamente. Mas, mesmo caído e com o mínimo de forças restando, o celular de Dante toca, e ele demora uns 5 segundos para atender, devido ao seu cansaço e condição. Mas ao atender, depara com a voz de Caroline perguntando-lhe se dormiu bem e desejando-lhe um excelente dia.